CULTURA - É
o conjunto de atividades e modos de agir, costumes e instruções de um povo. É o
meio pelo qual o homem se adapta às condições de existência transformando a
realidade. Cultura
é um processo em permanente evolução, diverso e rico. É o desenvolvimento de um
grupo social, uma nação, uma comunidade; fruto do esforço coletivo pelo
aprimoramento de valores espirituais e materiais. É o conjunto de fenômenos
materiais e ideológicos que caracterizam um grupo étnico ou uma nação (língua,
costumes, rituais, culinária, vestuário, religião, etc.), estando em permanente
processo de mudança. A CULTURA é fundamental para a compreensão de diversos valores morais e éticos
que guiam nosso comportamento social. Entender como estes valores se
internalizaram em nós e como eles conduzem nossas emoções e a avaliação do
outro, é um grande desafio. Se entendermos que cada grupo étnico possui sua
forma de se expressar no mundo, ampliamos nossa compreensão de que há uma diversidade cultural
que deve ser respeitada, senão compreendida. E o respeito compreende a liberdade de expressão.
A história ocidental nos deixou de herança o olhar etnocêntrico. Este
olhar foi um dos fatores desencadeadores do fenômeno social da atitude preconceituosa
e da discriminação.
domingo, 10 de março de 2013
Religião
RELIGIÃO deriva do termo latino "Re-Ligare", que significa "religação" com o divino. Essa definição engloba necessariamente qualquer forma de aspecto místico e religioso, abrangendo seitas, mitologias e quaisquer outras doutrinas ou formas de pensamento que tenham como característica fundamental um conteúdo Metafísico, ou seja, de além do mundo físico. Sendo assim o hábito, geralmente por parte de grupos religiosos de taxarem tal ou qual grupo religioso rival de seita, não têm apoio na definição do termo. SEITA, derivado da palavra latina "Secta", nada mais é do que um segmento minoritário que se diferencia das crenças majoritárias, mas como tal também é religião. HERESIA é outro termo mal compreendido. Significa simplesmente um conteúdo que vai contra a estrutura teórica de uma religião dominante. Sendo assim o Cristianismo foi uma Heresia Judaica assim como o Protestantismo uma Heresia Católica, ou o Budismo uma Heresia Hinduísta. Não há registro em qualquer estudo por parte da História, Antropologia, Sociologia ou qualquer outra "ciência" social, de um grupamento humano em qualquer época que não tenha professado algum tipo de crença religiosa. As religiões são então um fenômeno inerente à cultura humana, assim como as artes e técnicas. Grande parte de todos os movimentos humanos significativos tiveram a religião como impulsor, diversas guerras, geralmente as mais terríveis, tiveram legitimação religiosa, estruturas sociais foram definidas com base em religiões e grande parte do conhecimento científico, "filosófico" e artístico tiveram como vetores os grupos religiosos, que durante a maior parte da história da humanidade estiveram vinculados ao poder político e social. Hoje em dia, apesar de todo o avanço científico, o fenômeno religioso sobrevive e cresce, desafiando previsões que anteveram seu fim. A grande maioria da humanidade professa alguma crença religiosa direta ou indiretamente e a Religião continua a promover diversos movimentos humanos, e mantendo estatutos políticos e sociais. Tal como a Ciência, a Arte e a Filosofia, a Religião é parte integrante e inseparável da cultura humana, é muito provavelmente sempre continuará sendo.
Mitologia
As lendas são estórias contadas
por pessoas e transmitidas oralmente através dos tempos. Misturam fatos reais e
históricos com acontecimentos que são frutos da fantasia. As lendas
procuraram dar explicação a acontecimentos misteriosos ou sobrenaturais. Os mitos são narrativas que
possuem um forte componente simbólico. Como os povos da antiguidade não
conseguiam explicar os fenômenos da natureza, através de explicações
científicas, criavam mitos com este objetivo: dar sentido as coisas do mundo.
Os mitos também serviam como uma forma de passar conhecimentos e alertar as
pessoas sobre perigos ou defeitos e qualidades do ser humano. Deuses, heróis e
personagens sobrenaturais se misturam com fatos da realidade para dar sentido a
vida e ao mundo.
Algumas
lendas e mitos do folclore brasileiro:
Boitatá
Representada por uma cobra de fogo que protege as matas, florestas e os animais. Possui a capacidade de perseguir e matar aqueles que desrespeitam a natureza. Acredita-se que este mito é de origem indígena e que seja um dos primeiros do folclore brasileiro. Foram encontrados relatos do boitatá em cartas do padre José de Anchieta, em 1560. Na região Nordeste do Brasil, o boitatá é conhecido como fogo que corre.
Representada por uma cobra de fogo que protege as matas, florestas e os animais. Possui a capacidade de perseguir e matar aqueles que desrespeitam a natureza. Acredita-se que este mito é de origem indígena e que seja um dos primeiros do folclore brasileiro. Foram encontrados relatos do boitatá em cartas do padre José de Anchieta, em 1560. Na região Nordeste do Brasil, o boitatá é conhecido como fogo que corre.
Boto
A lenda do boto surgiu, provavelmente, na região amazônica. Esta figura folclórica é representada por um homem jovem, bonito e charmoso que seduz mulheres em bailes e festas. Após a conquista, conduz as jovens para a beira de um rio e as engravida. Antes da madrugada, ele mergulha nas águas do rio para transformar-se num lindo boto.
A lenda do boto surgiu, provavelmente, na região amazônica. Esta figura folclórica é representada por um homem jovem, bonito e charmoso que seduz mulheres em bailes e festas. Após a conquista, conduz as jovens para a beira de um rio e as engravida. Antes da madrugada, ele mergulha nas águas do rio para transformar-se num lindo boto.
Curupira
Assim como o boitatá, o curupira também é um protetor das matas e dos animais silvestres. Representado por um anão de cabelos compridos e com os pés virados para trás. Persegue e mata todos que desrespeitam a natureza. Quando alguém desaparece nas matas, muitos habitantes do interior acreditam que é obra do curupira.
Assim como o boitatá, o curupira também é um protetor das matas e dos animais silvestres. Representado por um anão de cabelos compridos e com os pés virados para trás. Persegue e mata todos que desrespeitam a natureza. Quando alguém desaparece nas matas, muitos habitantes do interior acreditam que é obra do curupira.
Ciência moderna experimental
A ciência moderna começa com a
dúvida sistemática ou o que o sociólogo norte-americano Robert K. Merton
denominou “ceticismo organizado”.
A ciência moderna surgiu no
século XVII – durante o período do Iluminismo – e é baseada em fatos observáveis. A ciência compara os fatos com a
realidade por meio de experimentos.
Por isso, a ciência precisa de
laboratórios e ferramentas para estudar tudo, da mais minúscula partícula ao universo inteiro. A ciência
estabelece metodologias rigorosas com instrumentos confiáveis para acumular evidências com as quais pode
comprovar ou refutar uma hipótese. A ciência avalia suas próprias metodologias e reexamina suas próprias provas.
Em condições ideais, a ciência
experimental é independente da pessoa que faz a observação ou o experimento.
Ela é objetiva e impessoal e está em concordância com a
realidade observada e outros conhecimentos comprovados.
A ciência ideal fornece
resultados claros, lógicos e isentos de ambiguidade. Sua validade pode ser verificada
ou refutada usando argumentos e razão (este ponto é abordado com mais
profundidade na seção sobre o conceito de falseabilidade de Karl Popper).
Resultados científicos devem sobreviver a testes duros e meticulosos. Isso é racionalidade científica.
A ciência moderna deduz a verdade
a partir de fatos verificados pela
experimentação metódica. Experimentos medem as coisas e os fenômenos,
dizem quanto pesam, quanto tempo duram, em que direção estão indo etc.
Experimentos fornecem informações matemáticas.
Enquanto a ciência antiga
procurava explicar o “porquê” das coisas, a ciência moderna pretende responder “como” as coisas funcionam.
Crise de 29: contexto histórico
Durante a Primeira Guerra Mundial, a
economia norte-americana estava em pleno desenvolvimento. As indústrias dos EUA
produziam e exportavam em grandes quantidades, principalmente, para os países
europeus.
Após a guerra o quadro não mudou,
pois os países europeus estavam voltados para a reconstrução das indústrias e
cidades, necessitando manter suas importações, principalmente dos EUA. A
situação começou a mudar no final da década de 1920. Reconstruídas, as nações europeias
diminuíram drasticamente a importação de produtos industrializados e agrícolas
dos Estados Unidos.
Causas da crise.
Com a diminuição das exportações
para a Europa, as indústrias norte-americanas começaram a aumentar os estoques
de produtos, pois já não conseguiam mais vender como antes. Grande parte destas
empresas possuíam ações na Bolsa de Valores de Nova York e milhões de norte-americanos
tinham investimentos nestas ações.
Efeitos da crise.
Efeitos da crise.
Em outubro de 1929, percebendo a
desvalorizando das ações de muitas empresas, houve uma correria de investidores
que pretendiam vender suas ações. O efeito foi devastador, pois as ações se
desvalorizaram fortemente em poucos dias. Pessoas muito ricas passaram, da
noite para o dia, para a classe pobre. O número de falências de empresas foi
enorme e o desemprego atingiu quase 30% dos trabalhadores.
A crise, também conhecida como “A Grande Depressão”, foi a maior de toda a história dos Estados Unidos. Como nesta época, diversos países do mundo mantinham relações comerciais com os EUA, a crise acabou se espalhando por quase todos os continentes.
Efeitos no Brasil.
A crise, também conhecida como “A Grande Depressão”, foi a maior de toda a história dos Estados Unidos. Como nesta época, diversos países do mundo mantinham relações comerciais com os EUA, a crise acabou se espalhando por quase todos os continentes.
Efeitos no Brasil.
A crise de 1929 afetou também o
Brasil. Os Estados Unidos eram o maior comprador do café brasileiro.
Com a crise, a importação deste produto diminuiu muito e os preços do café
brasileiro caíram. Para que não houvesse uma desvalorização excessiva, o
governo brasileiro comprou e queimou toneladas de café. Desta forma, diminuiu a
oferta, conseguindo manter o preço do principal produto brasileiro da época.
Por outro lado, este fato trouxe algo positivo para a economia
brasileira. Com a crise do café, muitos cafeicultores começaram a
investir no setor industrial, alavancando a indústria brasileira.
New Deal: a solução.
New Deal: a solução.
A solução para a crise surgiu
apenas no ano de 1933. No governo de Franklin Delano Roosevelt, foi colocado em
prática o plano conhecido como New Deal. De acordo com o plano econômico, o
governo norte-americano passou a controlar os preços e a produção das
indústrias e das fazendas. Com isto, o governo conseguiu controlar a inflação e evitar a formação
de estoques. Fez parte do plano também o grande investimento em obras públicas
(estradas, aeroportos, ferrovias, energia
elétrica etc.), conseguindo diminuir significativamente o desemprego. O
programa foi tão bem sucedido que no começo da década de 1940 a economia
norte-americana já estava funcionando normalmente.
Socialismo
Surgiu no séc. XIX em confronto ao
sistema capitalista, pois entendia- se que havia uma exploração demasiada ao
trabalhador e ao povo pela burguesia e o próprio capitalismo.
Os precursores dessa corrente de pensamento foram Saint-Simon (1760-1825), Charles Fourier (1772-1837), Louis Blanc (1811-1882) e Robert Owen (1771-1858), conhecidos como criadores do socialismo utópico, porém a vigência do socialismo científico veio com Karl Marx e Friedrich Engels.
Karl Max era alemão e tentou implantar tal sistema na Europa, porém houve resistência da burguesia (capitalistas). Através de escritos (manifesto comunista / o capital) tentou difundir suas ideias, apesar de tudo isso, o socialismo foi implantado inicialmente na Ásia , em 1917 , na Ex- URSS.
Características do Socialismo:
1- Os bens são gerenciados pelo estado;
2- A economia é planificada (segue planos estabelecidos);
3- Igualdade social (sem divisão de classes);
4- Cooperativismo( cooperativas econômicas);
5- partido político único ( PC - Partido Comunista).
Após a 2ª Guerra Mundial ocorreu um confronto ideológico entre países capitalista e socialistas denominado Guerra Fria, esse período teve fim nos anos de 1980/1990 , devido à crise ocorrida na Ex-União Soviética que se espalhou pela Europa Oriental, tal fato deu início ao processo de Globalização . Atualmente somente China (já em mudança de sistema), Coréia do Norte e Cuba ainda mantém o socialismo.
Os precursores dessa corrente de pensamento foram Saint-Simon (1760-1825), Charles Fourier (1772-1837), Louis Blanc (1811-1882) e Robert Owen (1771-1858), conhecidos como criadores do socialismo utópico, porém a vigência do socialismo científico veio com Karl Marx e Friedrich Engels.
Karl Max era alemão e tentou implantar tal sistema na Europa, porém houve resistência da burguesia (capitalistas). Através de escritos (manifesto comunista / o capital) tentou difundir suas ideias, apesar de tudo isso, o socialismo foi implantado inicialmente na Ásia , em 1917 , na Ex- URSS.
Características do Socialismo:
1- Os bens são gerenciados pelo estado;
2- A economia é planificada (segue planos estabelecidos);
3- Igualdade social (sem divisão de classes);
4- Cooperativismo( cooperativas econômicas);
5- partido político único ( PC - Partido Comunista).
Após a 2ª Guerra Mundial ocorreu um confronto ideológico entre países capitalista e socialistas denominado Guerra Fria, esse período teve fim nos anos de 1980/1990 , devido à crise ocorrida na Ex-União Soviética que se espalhou pela Europa Oriental, tal fato deu início ao processo de Globalização . Atualmente somente China (já em mudança de sistema), Coréia do Norte e Cuba ainda mantém o socialismo.
A camada de ozônio: sua importância e destruição
Camada de ozônio é uma área da
estratosfera (altas camadas da atmosfera, de 25 a 35 km de altitude) que possui
uma elevada concentração de ozônio. Esta camada funciona como uma espécie de
"escudo protetor" para o planeta Terra, pois absorve cerca de 98% da
radiação ultravioleta de alta frequência emitida pelo Sol. Sem esta camada a
vida humana em nosso planeta seria praticamente impossível de existir.
O
buraco na camada de ozônio
Em 1983, pesquisadores fizeram
uma descoberta que gerou muita preocupação: havia um buraco na camada de ozônio
na área da estratosfera sobre o território da Antártica. Este buraco era de
grandes proporções, pois tinha cerca de 10 milhões de quilômetros quadrados. Na
década de 1980 outros buracos de menor proporção foram encontrados em vários
pontos da estratosfera. Com o passar do tempo, estes buracos foram crescendo
(principalmente o que fica sobre a Antártica), sendo que em setembro de 1992
chegou a totalizar 24,9 milhões de quilômetros quadrados.
Causas
do buraco na camada de ozônio
A principal causa é a reação
química dos CFCs (clorofluorcarbonos) com o ozônio. Estes CFCs estão presentes,
principalmente, em aerossóis, ar-condicionado, gás de geladeira, espumas
plásticas e solventes. Os CFCs entram em processo de decomposição na
estratosfera, através da atuação dos raios ultravioletas, quebrando as ligações
do ozônio e destruindo suas moléculas.
Consequências:
- A existência de buracos na
camada de ozônio é preocupante, pois a radiação não é absorvida chega ao solo,
podendo provocar câncer de pele nas pessoas, pois os raios ultravioletas
alteram o DNA das células.
- O buraco na camada de ozônio
também tem uma leve relação com o aumento do aquecimento global.
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