domingo, 10 de março de 2013

Chuva Ácida


Origens
A Revolução Industrial do século XVIII trouxe vários avanços tecnológicos e mais rapidez na forma de produzir, por outro lado originou uma significativa alteração no meio ambiente. As fábricas com suas máquinas a vapor queimavam toneladas de carvão mineral para gerar energia. Neste contexto, começa a surgir a chuva ácida. Porem, o termo apareceu somente em 1872, na Inglaterra. O climatologista e químico Robert A. Smith foi o primeiro a pesquisar a chuva ácida na cidade industrial inglesa de Manchester.
Causas
Atualmente, a chuva ácida é um dos principais problemas ambientas nos países industrializados. Ela é formada a partir de uma grande concentração de poluentes químicos, que são despejados na atmosfera diariamente. Estes poluentes, originados principalmente da queima de combustíveis fósseis, formam nuvens, neblinas e até mesmo neve.
A chuva ácida é composta por diversos ácidos como, por exemplo, o óxido de nitrogênio e os dióxidos de enxofre, que são resultantes da queima de combustíveis fósseis (carvão, óleo diesel, gasolina entre outros). Quando caem em forma de chuva ou neve, estes ácidos provocam danos no solo, plantas, construções históricas, animais marinhos e terrestres etc. Este tipo de chuva pode até mesmo provocar o descontrole de ecossistemas, ao exterminar determinados tipos de animais e vegetais. Poluindo rios e fontes de água, a chuva pode também prejudicar diretamente a saúde do ser humano, causando doenças pulmonares, por exemplo.
Consequências
Este problema tem se acentuado nos países industrializados, principalmente nos que estão em desenvolvimento como, por exemplo, Brasil, Rússia, China, México e Índia. A setor industrial destes países tem crescido muito, porém de forma desregulada, agredindo o meio ambiente. Nas décadas de 1970 e 1980, na cidade de Cubatão, litoral de São Paulo, a chuva ácida provocou muitos danos ao meio ambiente e ao ser humano. Os ácidos poluentes jogados no ar pelas indústrias estavam gerando muitos problemas de saúde na população da cidade. Foram relatados casos de crianças que nasciam sem cérebro ou com outros defeitos físicos. A chuva ácida também provocou desmatamentos significativos na Mata Atlântica da Serra do Mar.
Estudos feitos pela WWF (Fundo Mundial para a Natureza) mostraram que nos países ricos o problema também aparece. Na Europa, por exemplo, estima-se que 40% dos ecossistemas estão sendo prejudicados pela chuva ácida e outras formas de poluição.

O meio técnico-científico-informacional


O terceiro período começa praticamente após a segunda guerra mundial e, sua afirmação, incluindo os países de terceiro mundo, vai realmente dar-se nos anos 70. É a fase a que R. Richta (1968) chamou de período técnico-científico, e que se distingue dos anteriores, pelo fato da profunda interação da ciência e da técnica, a tal ponto que certos autores preferem falar de tecnociência para realçar a inseparabilidade atual dos dois conceitos e das duas práticas.

Essa união entre técnica e ciência vai dar-se sob a égide do mercado. E o mercado, graças exatamente à ciência e à técnica, torna-se um mercado global. A ideia de ciência, a ideia de tecnologia e a ideia de mercado global devem ser encaradas conjuntamente e desse modo podem oferecer uma nova interpretação à questão ecológica, já que as mudanças que ocorrem na natureza também se subordinam a essa lógica. Neste período, os objetos técnicos tendem a ser ao mesmo tempo técnicos e informacionais, já que, graças à extrema intencionalidade de sua produção e de sua localização, eles já surgem como informação; e, na verdade, a energia principal de seu funcionamento é também a informação. Já hoje, quando nos referimos às manifestações geográficas decorrentes dos novos progressos, não é mais de meio técnico que se trata. Estamos diante da produção de algo novo, a que estamos chamando de meio técnico-científico-informacional.

O meio técnico


O período técnico vê a emergência do espaço mecanizado. Os objetos que formam o meio não são, apenas, objetos culturais; eles são culturais e técnicos, ao mesmo tempo. Quanto ao espaço, o componente material é crescentemente formado do "natural" e do "artificial". Mas o número e a qualidade de artefatos variam. As áreas, os espaços, as regiões, os países passam a se distinguir em função da extensão e da densidade da substituição, neles, dos objetos naturais e dos objetos culturais, por objetos técnicos (3).

Os objetos técnicos, maquínicos, juntam à razão natural sua própria razão, uma lógica instrumental que desafia as lógicas naturais, criando, nos lugares atingidos, mistos ou híbridos conflitivos. Os objetos técnicos e o espaço maquinizado são lócus de ações "superiores", graças à sua superposição triunfante às forças naturais. Tais ações são, também, consideradas superiores pela crença de que ao homem atribuem novos poderes — o maior dos quais é a prerrogativa de enfrentar a Natureza, natural ou já socializada, vinda do período anterior, com instrumentos que já não são prolongamento do seu corpo, mas que representam prolongamentos do território, verdadeiras próteses. Utilizando novos materiais e transgredindo a distância, o homem começa a fabricar um tempo novo, no trabalho, no intercâmbio, no lar. Os tempos sociais tendem a se superpor e contrapor aos tempos naturais.

Segunda Guerra Mundial (p/ 3º IV e 3º III)


As condições objetivas para a deflagração de um novo conflito já existiam desde o final da Primeira Guerra Mundial. Os acordos pós-guerra e importantes acontecimentos no período entreguerras criaram instabilidade permanente no continente europeu: a consolidação da Revolução Socialista na Rússia e a formação da URSS; a paz “forçada” obtida pelo tratado de Versalhes, que minou a economia alemã, fragmentou seu território e disseminou forte sentimento nacionalista; e a crise de 1929.

Em 1933, na Alemanha, Adolf Hitler conquistou o cargo de chanceler, suprimiu os partidos de esquerda e os sindicatos; instaurou uma férrea censura aos meios de comunicação e rompeu com o tratado de Versalhes; contestou a ordem mundial definida após a Primeira Guerra e formou com a Itália e o Japão uma nova aliança militar: o eixo.

quinta-feira, 7 de março de 2013

GEOPOLÍTICA MUNDIAL (Cont. 2ª Guerra Mundial) p/ 3º ano II.


Terminada a guerra, a Europa e vários países de outros continentes estavam economicamente arrasados, com cidades destruídas e a produção industrial e agrícola totalmente desorganizada.

As duas guerras mundiais colocaram fim à hegemonia europeia. No período posterior à Segunda Guerra, uma nova ordem mundial começou a ser estruturada sob a liderança de duas grandes potências militares que emergiam: os Estados Unidos e a União Soviética.

A nova divisão política da Europa foi a primeira expressão dessa nova ordem mundial. Os países europeus acabaram dominados pela influência das duas potencias emergentes: na porção oeste, prevaleceram os Estados Unidos, com o sistema econômico capitalista; na porção leste, predominou a União Soviética, com o socialismo.

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Sociologia - Exp. Aprend. 1º bim. 2013 - 6º período


6ª PERÍODO DO ENSINO MÉDIO

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

1º BIMESTRE

· Compreender as formas de organização social das relações de trabalho em diferentes tempos históricos e culturas.

· Compreender a divisão social do trabalho e a coexistência de diferentes relações sociais de produção, com ênfase na divisão de classes no modo de produção capitalista.

· Perceber a complexidade das transformações no mundo do trabalho e refletir sobre as consequências dessas transformações no padrão de acumulação capitalista.

· Compreender e distinguir as diferentes manifestações de trabalho formal e informal no Brasil, com especial atenção às formas de trabalho precarizado, infantil, escravo e análogo à escravidão.

· Entender a dinâmica do mercado de trabalho no Brasil relativamente aos marcadores sociais de diferença.

· Identificar os processos de regulação e flexibilização das relações de trabalho e compreender as especificidades do capitalismo brasileiro. 

EIXOS TEMÁTICOS

Trabalho, Sociedade e Capitalismo.

Relações de Trabalho. 

CONTEÚDOS

· O trabalho visto como protoforma1 de atividade humana.

· Paradigmas produtivistas e a atualidade do método marxiano – taylorismo, fordismo e a produção flexível - ênfase nos modelos de gestão e estratégias para produzir acréscimos de produtividade.

· Direitos trabalhistas e flexibilização – trabalho formal e informalidade no Brasil.

· Mercado, economia, emprego e desemprego no Brasil e no mundo.

Sociologia - Exp. Aprend. 1º bim. 2013 - 3ª série


3ª SÉRIE DO ENSINO MÉDIO

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM

1º BIMESTRE

· Compreender o conceito de etnocentrismo e as relações de poder nele implicadas.

· Compreender os problemas decorrentes da visão etnocêntrica e relativizar as diferenças culturais.

· Analisar a produção cultural como um processo histórico marcado pela diversidade, necessariamente negador dos determinismos biológico, geográfico e do etnocentrismo.

· Refletir sobre a noção de ideologia como instrumento de poder e como construção social.

· Entender como os padrões de consumo se relacionam com as posições sociais dos indivíduos.

· Entender como o consumo se relaciona com o acesso aos bens e serviços coletivos e com as desigualdades sociais e regionais.

· Entender as relações entre consumo e cidadania – os direitos e deveres dos consumidores – e algumas questões éticas envolvidas no ato de consumir. Construir uma visão crítica da indústria cultural, reconhecendo as diversas ideologias que a atravessam, bem como sua transformação em cultura de massa. 

EIXOS TEMÁTICOS

A Concepção Antropológica de Cultura e a Diversidade Cultural.

Cultura e Consumo. 

CONTEÚDOS

· Conceito antropológico de cultura: a desnaturalização dos costumes.

· Diversidade cultural: etnocentrismo e relativismo cultural.

· Indústria Cultural.

· A mídia e as comunicações de massa.

· Consumo e alienação – Ideologia.